Sem fôlego

Sim, caros amigos rubro-negros: a Libertadores começou.

Começou a 4000 metros de altitude, em Potosí, como foi em 2007.

Dessa vez, o resultado não foi positivo: derrota por 2 a 1, e pela primeira fase classificatória, a chamada Pré-Libertadores.

O que mais preocupa não é o resultado somado à necessidade de vencer em casa na próxima quarta.

Preocupado mesmo estou com o futebol apresentado pela equipe.

Ok, era um jogo em uma altitude criminosa. Mas passamos mais de uma semana em Sucre para que mesmo? Pra fazer turismo? Acredito que não.

Mas se tratando da zorra em que o Flamengo se transformou com a chegada da Patrícia, tudo é possível.

Semana que vem temos decisão no Engenhão. Precisamos ganhar para evitar o maior vexame da nossa história, continuar o Projeto Libertadores e alimentar o sonho de toda uma geração.

O Potosí é um time horroroso.

Mas pode se beneficiar da bagunça que o Flamengo está, e fazendo tudo errado no que a cartilha para o Bicampeonato sul-americano pede. É esse o único receio que tenho.

Resta agora mostrar a nossa força na quarta.

Basta jogar como Flamengo e estaremos na fase de grupos. E até com facilidade.

Sinceramente, acredito na nossa vitória e classificação. Motivo para se preocupar existem, mas para achar que seremos eliminados não.

Quem não acreditar que saia agora.

Saudações Rubro-Negras.

Gustavo Arruda no Twitter: @crfgustavo

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