Além do título, Flamengo estreia na Libertadores em busca de outras marcas históricas


Nesta quarta-feira, às 21h30 (Brasília), o Flamengo estreia na Copa Libertadores contra o Junior, em Barranquilla. A equipe rubro-negra defende seu título, mas não é só. A equipe vai em busca do bicampeonato e de outras marcas históricas.

O último clube a ser bicampeão da América foi o Boca Juniors. A equipe argentina venceu a edição de 2000 diante do Palmeiras e em 2001 contra o Cruz Azul, do México. Além da conquista de dois títulos coletivos consecutivos, o Flamengo vai em busca de outra marca dupla.

Artilheiro da edição de 2019 com 7 gols marcados, o atacante Gabigol busca um feito que não é realizado desde 2007 e 2008 quando Cabañas, então no América do México, foi artilheiro em duas edições consecutivas. O feito, porém, não é inédito na história do Flamengo: Zico foi o maior goleador em 1981 e 1982.

Um possível bicampeonato também colocaria Jorge Jesus em um seleto grupo, o de técnicos que venceram duas edições consecutivas da Libertadores. O último foi Carlos Bianchi, justamente com o Boca. Por clubes brasileiros, apenas Luís Alonso Pérez, técnico do Santos de Pelé e Telê Santana, com o São Paulo, conseguiram o feito.

A conquista, inclusive, transformaria Jorge Jesus no único técnico europeu com mais de uma conquista de Libertadores. Ao vencer a América em 2019, o português igualou o croata Mirko Jozic, que havia sido o único europeu a levantar a taça com o Colo-Colo em 1991.

Por fim, o Flamengo também tenta entrar no rol dos brasileiros tricampeões. Santos (1962, 193 e 2011), Grêmio (1983, 1995 e 2017) e São Paulo (1992, 1993 e 2005) compõem a lista de brasileiros com três títulos.

Fonte: https://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/6717835/flamengo-libertadores-quebrar-marcas-historicas-bicampeonato-artilharia-e-mais | Arte: ESPN

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